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Techmail recebe Prêmio Quality na prestação de serviços do mercado de seguros

Excelência de serviços, a Techmail foi uma das principais empresas do mercado de BPO securitário a conquistar o troféu.

quality tech

 

A Techmail recebeu, no dia 29 de novembro,a certificação máxima do Prêmio Quality,organizado pela S.B.E.I. - Sociedade Brasileira de Educação e Integração (instituição mantenedora do prêmio).

O evento premiou mais de 50 empresas,que participaram da solenidade do Espaço de Eventos Hebraica.

O próximo passo da Techmail será manter a inovação como um dos pilares básicos e priorizar pela excelência na prestação de serviços.

O Prêmio Quality é um prêmio tradicional do mercado, com mais de 42 edições e que pretende aumentar a competividade e qualidade da gestão de processos.

Congresso cria empresa estatal de seguros

O objetivo principal da estatal, cujo nome oficial é Agência Brasileira Gestora de Fundos e Garantias, será viabilizar as apólices e as garantias de obras de infraestrutura, mas a empresa poderá competir com as seguradoras privadas em ramos como habitação, crédito estudantil, exportação e até o de veículos, o maior do país.

A estatal também poderá comprar participações em seguradoras já existentes, como a SCBE (Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação), voltada a exportações. Em jogo, está um mercado estratégico, que cresce em média 20% ao ano desde 2007. No ano passado, as seguradoras brasileiras faturaram R$ 105 bilhões, volume 16,6% superior ao de 2010.

Só o seguro de risco de engenharia, um dos que mais devem crescer, girou R$ 912 milhões no ano passado -98,4% mais do que no ano anterior. E a previsão é que cresça nesse ritmo até 2016. 

RESSALVAS
As seguradoras privadas são contra a criação de uma concorrente estatal porque consideram que ela teria condições privilegiadas para ganhar mercados de interesse do governo, como o das obras de infraestrutura.

Também diziam que a participação estatal despertaria dúvidas quanto à melhor gestão de riscos desses empreendimentos, uma vez que o governo participa das obras, representa grande parte do risco político e também seria o vendedor dessas apólices.

O setor já havia reagido no fim do governo Lula, quando a proposta havia sido apresentada. As críticas fizeram com que ela fosse arquivada. O governo sinalizou às seguradoras que enviaria uma medida provisória prevendo a criação de uma agência seguradora para complementar a atuação privada.

Por essa proposta, a agência ofereceria apólices para segmentos de mercado mais difícil, como crédito estudantil, imóveis para baixa renda, aquisição de máquinas, portos e obras de altíssimo risco.

DE VOLTA AO CONGRESSO 
No fim do mês passado, o texto voltou ao Congresso Nacional, onde dois artigos foram acrescentados, recriando a empresa nos moldes anteriores, com atuação plena. Segundo o relator da MP, deputado Danilo Forte (PMDB-CE), os deputados acrescentaram os artigos porque sentiram a necessidade de permitir maior concorrência nas apólices, especialmente de infraestrutura.

Fonte:Folha de São Paulo

Destaques Seminário Micro seguros – Valor Econômico

Marco Antonio da Silva Barros, presidente da Federação Nacional das Empresas de Capitalização: "Quando ocorre uma adversidade na economia ou eventos causados pelo clima, quem sofre são as classes vulneráveis financeiramente".

A urgente necessidade de capacitar os indivíduos, as famílias e as micro e pequenas empresas para garantir um futuro economicamente mais saudável, por meio de melhores decisões financeiras, começa a ganhar adeptos. Treze anos após o Banco Central regulamentar o microcrédito no Brasil, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) está prestes a finalizar a regulamentação de microsseguros.

Marco Antonio da Silva Barros, presidente da Federação Nacional das Empresas de Capitalização (Fenacap) e responsável pela área de seguridade do Banco do Brasil, afirmou, durante o Seminário Microsseguros & Microcrédito, Fatores de Inclusão Social, promovido dia 16 pelo Valor, que o microsseguro é uma demanda do governo, que vê no produto uma ferramenta para evitar que as pessoas que migraram para as classes D e C retornem à linha de pobreza em razão da ocorrência de fatalidades, como morte do provedor, acidentes ou desemprego. "Geralmente quando ocorre uma adversidade na economia ou eventos causados pelo clima, quem mais sofre são as classes vulneráveis financeiramente."

Nelson Le Coq, diretor de autorizações da Susep, afirma que os projetos já implementados de microcrédito sinalizam que as pessoas passam a se preocupar mais com riscos diários, na família ou no trabalho, à medida que a renda aumenta. O potencial estimado dos microsseguros chega a 120 milhões de pessoas.

"Mais consciente, o indivíduo buscará usar os produtos financeiros e o tempo a seu favor na construção de um patrimônio, gerando um circulo virtuoso de crescimento não só dele, como também das empresas, das instituições financeiras e do país", disse o economista Delfim Netto, em sua palestra.

Diante disso, a Susep debruçou-se sobre o tema e, em 2006, passou a fazer parte de instituições internacionais para atualizar-se. Após dois anos de estudos, a autarquia criou comissão consultiva para começar, junto com a iniciativa privada, a desenhar a resolução 244, publicada em 2011, e regulamentada por oito circulares. Faltam duas, sobre capital mínimo e constituição de reservas técnicas, previstas para serem editadas até o fim de setembro.

"O setor ainda tem muitas dúvidas, mas já temos um bom começo para traçar estratégias", afirmou Bento Zanzini, responsável por microsseguros no grupo segurador Banco do Brasil e Mapfre. "Identificamos mais de 30 produtos que se enquadram".

Quatro empresas já entregaram à Susep carta de intenção para atuar no segmento. "Fomos os primeiros a protocolar na nossa intenção", informou Eugênio Velasques, diretor da Bradesco Seguros. "Estamos prontos. Apenas aguardando o sinal verde". Mais uma chega nesta semana. "A Mongeral Aegon vai solicitar autorização da Susep para atuar no mercado com o Minha Família", comentou Leonardo Lourenço, superintendente de marketing.

A regulamentação da Susep focou a inclusão e não a bancarização, ao permitir que correspondentes bancários possam vender microsseguros. Boa parte do público alvo não tem conta em banco. Nem cartões de crédito ou cheques. Só a Caixa tem 25 mil correspondentes bancários e mais 11 mil casas lotéricas, com atendentes treinados para a venda de seguro, garantiu Rosana Techima Salsano, diretora de vida da Caixa Seguros, que atingiu a marca de 20 milhões de seguros de baixo tíquete vendidos no mês de agosto.

A Susep também criou a figura do corretor especializado em microsseguro, que terá de ser treinado para ter qualificação mínima para fazer uma venda correta. Assim como no microcrédito, esses profissionais geralmente são pessoas das próprias comunidades. O exército de 70 mil corretores tradicionais de seguros também pode explorar o nicho. "Vamos esperar para entender melhor esse mercado. Com certeza, vender individualmente não é interessante para o corretor tradicional por ser um produto de baixo custo. Mas atuar com um grupo já torna o comissionamento viável", afirmou Adevaldo Calegari, diretor da área de microsseguros do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor SP).

Os produtos terão de ser padronizados. Se por um lado isso limita a criatividade dos agentes, por outro agiliza a burocracia na Susep, além de facilitar a fiscalização. Os produtos com maior demanda são o seguro prestamista, o seguro de vida em grupo, conjugado com acidentes pessoais, e o seguro de assistência pessoal, sendo possível combinar um título de capitalização. Em relação aos valores, o órgão regulador definiu como R$ 24 mil a importância segurada máxima para apólices de vida e de R$ 30 mil para residências, por exemplo. O prazo para pagamento da indenização também foi determinado em dez dias corridos, bem como é obrigatório ter uma ouvidoria própria para atender os clientes de microsseguros.

As seguradoras já comercializam apólices com tais características. Estatísticas consideram que 22 milhões de pessoas já possuem apólices de tíquetes inferiores a US$ 100 por ano. Nos últimos dez anos, as seguradoras pagaram R$ 1 bilhão em indenizações aos clientes de apólices de pequeno valor, revela Rubens Nogueira, presidente da Classic Corretora, especializada em seguros massificados e ligada ao grupo Brasil Insurance.

Zanzini citou o Pasi - Plano de Amparo Social Imediato, criado em 1989. "Eles foram pioneiros e usaram a coragem e a criatividade para atender uma classe que ninguém queria devido ao alto índice de acidentes". Inicialmente atendendo trabalhadores da construção civil de Minas Gerais, o Pasi tem hoje 33 milhões de beneficiados, 300 entidades de classe parceiras e a meta de beneficiar 100 milhões de pessoas.

Globalsurance anuncia resultados da análise internacional de seguros

A Globalsurance conduziu um estudo para determinar as taxas de inflação dos prêmios no setor de International Private Medical Insurance (iPMI ? Seguros médicos privados internacionais). Usando 7.916 pontos de dados de 8 importantes provedores internacionais de seguros num período de 5 anos, a Globalsurance pode revelar que os prêmios de iPMI estão subindo numa taxa média de 10,8% ao ano em todo o mundo. 

Para ver o release completo, acesse.

Seguro rural carece de estímulo de subsídio governamental

Quando a discussão se volta para o campo, é preciso avançar tanto em seguro como em microsseguro. "É um assunto que precisa ser muito discutido ainda no Brasil", diz Pedro Loyola, coordenador técnico e econômico da Federação de Agricultura do Paraná (Faep). "Já convencemos o pessoal do Ministério da Fazenda sobre a importância do seguro. Agora nosso esforço está em ajudá-los a convencer outros ministérios e também a Casa Civil."

Uma das formas de convencimento é puramente técnica. A Faep, que congrega 80 mil produtores, encomendou um estudo para a consultoria MB Associados, do economista Alexandre Mendonça de Barros. "Constatamos que em todos os lugares do mundo o governo participa com recursos para equalizar o seguro, afinal, a agricultura é uma atividade de alto risco e o agricultor precisa de segurança para produzir", disse Loyola.

Apenas sete seguradoras atuam com seguro rural no Brasil, protegendo 18% da área plantada, o que torna o crédito caro e arriscado para todos os envolvidos na cadeia. É preciso contar com o subsídio do governo, uma vez que o custo do seguro não cabe na planilha do produtor. Chega a representar 10% dos custos. "Temos de ter uma política de subsídios mais estruturada para permitir o aumento da área plantada pretendido pelo Brasil até 2050", acrescentou Loyola.

Há décadas o governo investe para encontrar uma solução financeira para a cadeia do agronegócio. Muito tem se falado do microcrédito para o produtor rural, mas ele só é eficiente se for combinado com outros produtos financeiros, como seguros, mercado futuro ou mesmo fundos. "Como pagar o financiamento agrícola se uma enchente ou seca acabar com tudo? Um microsseguro pode ajudar a quitar o empréstimo e garantir verba para que o produtor volte a plantar", diz Roberto Barroso, CEO da BB Mapfre para as operações de vida e rural.

Para o executivo, assim como o seguro ajuda a baixar as taxas do crédito, o microsseguro reduzirá o custo do microcrédito, o que beneficiará a todos na cadeia, uma vez que com taxas mais acessíveis um número maior de pessoas poderá usar o crédito para empreender. "Nesse círculo virtuoso o país cresce e reduz o índice de pobreza", explica.

Delsa Moreno Caperro, diretora de seguros agroindustriais da Mapfre Colômbia, conta que o custo de distribuição e índice de sinistralidade (pagamento de indenizações sobre os valores pagos pelos segurados para ter a cobertura) são maiores na operação de microsseguros do que na operação de seguro rural. "Ou seja, trata-se de um segmento diferenciado, que precisa de investimentos para se tornar rentável."

A executiva, que estruturou a primeira seguradora de Cuba, a pedido de Fidel Castro, afirmou que é vital que haja um grande empenho do governo e das empresas privadas no desenvolvimento de uma estratégia nacional para aumentar o nível de educação dos agricultores. Segundo ela, na Colômbia, governo e instituições financeiras já estão convencidos de que a educação financeira é uma condição necessária para a estabilidade macroeconômica. Três seguradoras dedicam-se ao seguro agrícola ali, informou.

No Brasil, além da educação financeira, ainda é preciso ensinar o agricultor qual a melhor época para plantar, para adubar, para colher. "E esse apoio nós temos do nosso parceiro, pois o Banco do Brasil é o principal agente de crédito agrícola. O que nos faz privilegiados no desenvolvimento de produtos adequados aos produtores rurais."

Trata-se de um investimento caro e com retorno imensurável no curto prazo. Por isso, quanto mais as experiências forem compartilhadas, mais o tempo e os recursos serão otimizados. Barroso acredita que o projeto de microsseguro rural leve, em média, dois anos para atingir a maturidade financeira. Para Delsa, tecnologia, seguro e crédito formam um triângulo selado por uma aliança de ouro.

 

Fonte:Valor econômico