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Crescem os serviços para baixa renda

Eugênio Velasques, do Bradesco, sobre projeto no Quênia: "Considero um programa clássico de microsseguros".

Estima-se que cerca de 500 milhões de pessoas no mundo estão protegidas por um microsseguro, segundo o livro "Protegendo os pobres. Um compêndio sobre microsseguros", publicado pela Organização Internacional do Trabalho e pela Munich Re Foundation. Trata-se de um segmento que tem apresentado crescimento rápido. Em 2007 eram apenas 78 milhões de detentores de apólices, ofertadas por apenas sete seguradoras.

A partir de 2008, no entanto, várias seguradoras começaram a se interessar pelo assunto e os projetos para estudar o segmento começaram a proliferar nos países emergentes. Atualmente, cerca de 33 das 50 principais seguradoras do mundo oferecem microsseguros. Estima-se que em poucos anos o número de segurados ultrapassará a barreira de 1 bilhão em todo o mundo, o que ainda está longe do potencial desse mercado, estimado entre 2 bilhões e 3 bilhões de clientes.

China e Índia representam cerca de 80% do mercado. De acordo com o estudo, considerado uma Bíblia para microsseguros, estima-se que 60% dos segurados de microsseguro no mundo vivem na Índia, cujo potencial é estimado em 250 milhões, ou seja, 3% da população pobre do mundo.

Na China, cerca de 40 milhões de pessoas de menor renda têm acesso a apólices de seguro. As principais seguradoras são China Life, com 11 milhões de segurados, e a People (PICC), com 600 mil. Iniciativas do governo estimulam um número bem maior de projetos pilotos de microsseguros, que já contavam com mais de 14 milhões de apólices vendidas em 2010.

A América Latina responde por 15% das apólices de microsseguros no mundo e a África por 5%. Só no Brasil, o mercado estimado é de 110 milhões e o país tem 28 milhões, com 25,5% da população de menor renda coberta por apólices vendidas por Bradesco, Itaú, Mapfre e Zurich, entre as principais, segundo estudo "Microsseguros no Brasil, Colômbia, México e Peru", publicado com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Na Colômbia, o mercado potencial é estimado em 30,5 milhões, com apenas 16,4% da população já segurada por seguradoras como Mapfre, Allianz e Sura. No México, revela o estudo, 23,2 milhões formam o público alvo das seguradoras interessadas em microsseguros, com 8,2% deles já conquistados. Entre as principais, aparecem Banamex, Mapfre e Argos. No Peru, contabiliza-se 23 milhões como potenciais microssegurados, sendo que apenas 1% já compraram o produto, segundo o estudo que tem como base informações fornecidas pelos órgãos reguladores dos países citados.

Segundo especialistas, ainda não há relatos de seguradoras que conseguem ganhar dinheiro com a operação. "Apesar de inúmeros esforços e do claro potencial, o microsseguro só se mostrou rentável em determinados nichos. Um modelo de negócio focado, em larga escala e sustentável para microsseguradores, ainda tem que ser desenvolvido", diz Eugênio Paschoal, CEO da Marsh Brasil, uma das maiores corretoras de seguros do mundo e responsável por importantes projetos da Índia.

Em 2008, por exemplo, o ciclone Nisha devastou a costa Sul da Índia. Mais de 50 mil pessoas perderam casas, roupas, comida. Entre elas, 14.500 famílias haviam feito o microsseguro contra desastres naturais pagando parcelas US$ 1 por mês. Juntas, essas famílias receberam cerca de US$ 800 mil em seguros para recomeçar a vida. Boa parte das indenizações foi paga pela Allianz.

Para algumas seguradoras, a intenção ainda é atrair consumidores usando o projeto como um laboratório para testar produtos e serviços, bem como ministrar programas de educação financeira para uma correta inclusão bancária. Para outras, o microsseguro é visto como uma ação social, desde que o projeto se pague. No entanto, para a maioria, esse é um segmento que pode gerar uma grande oportunidade de ganhos, desde que se aposte em tecnologia de ponta para atender um grande volume de clientes com tíquetes médios de até US$ 100 por ano.

Eugênio Velasques, presidente da Comissão de Microsseguros da CNseg, confederação que reúne as seguradoras brasileiras, cita três projetos mundiais relevantes, que em sua opinião mais protegem as pessoas de menor renda. "O Bima ya Jamii Project, que em queniano significa 'Seguro para toda a Família', é um dos meus favoritos", conta o também diretor da Bradesco Seguros.

O programa foi desenvolvido em 2008, com o objetivo de ser uma espécie de SUS privado no Quênia. "Considero um programa clássico de microsseguros no mundo, onde ações puramente governamentais são substituídas por parcerias público-privadas", explica. A parceria é entre o governo e a Folksam Insurance com a cooperação da Swedish Cooperative Centre. Funciona como uma espécie de seguradora mútua.

O produto "Bima ya Jamii" é um seguro familiar para até 7 pessoas, que cobre incapacidade e saúde com subsídios do fundo nacional de saúde, internação por doença ou acidente, morte natural e acidental, perda renda por acidente e despesas funerais. Sem limites de idade e sem exclusões, a apólice cobre doenças pré-existentes. A venda é realizada através das instituições de microfinanças e de cooperativas. O programa tem o objetivo, também, de treinar e educar o consumidor, os canais de distribuição e os membros das cooperativas. "Não seria aplicável no Brasil, mas demonstra a função principal de um programa de microsseguros: proteger as pessoas de menor renda", diz.

 

Fonte:Valor econômico

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